Eu sou Einstein

Jornalista Maria Cândida conta como a Pós-graduação em Gerontologia do Einstein agregou para sua carreira

A especialização em Gerontologia do Ensino Einstein qualificou sua atuação em comunicação sobre temas como longevidade, menopausa e saúde feminina

Em um cenário em que o envelhecimento da população avança rapidamente, falar sobre longevidade, menopausa e qualidade de vida exige mais do que experiência: exige conhecimento estruturado, repertório técnico e muita responsabilidade.

Foi a partir dessa percepção que a Jornalista Maria Cândida Damasceno de Barros Araújo buscou a Pós-graduação em Gerontologia do Ensino Einstein. Mais do que um novo título, a especialização representou um aprofundamento necessário para qualificar sua atuação profissional.

Maria Cândida atua como Jornalista e comunicadora com foco em longevidade, menopausa e saúde feminina, criando conteúdos voltados especialmente ao público 45+, além de realizar palestras sobre maturidade, carreira e qualidade de vida.

É autora de livros sobre o tema, empreende no ramo audiovisual e desenvolve projetos como séries e documentários, consolidando também sua atuação como voz ativa na pauta da chamada ‘economia prateada’.

Ao longo dos últimos anos, Maria Cândida tem se posicionado ativamente na ampliação desse debate, utilizando sua atuação como comunicadora para dar visibilidade ao tema e estimular a discussão sobre a necessidade de políticas públicas voltadas à menopausa e ao envelhecimento feminino.

“Eu precisava estudar mais para falar melhor. Não era simplesmente sobre ter um diploma, mas sobre ter conteúdo, repertório e responsabilidade com o que eu estava comunicando”, explica.

Ao longo da especialização em Gerontologia, o contato com conteúdo científico e a troca com especialistas contribuíram diretamente para ampliar a qualidade das pautas que já vinham fazendo parte de sua trajetória.

“Hoje, quando abordo esses temas, tenho muito mais segurança. Eu consigo entender melhor os processos, trazer informação com mais consistência e fazer conexões que antes eu não fazia”, destaca.

Mais do que compreender conceitos, a Pós-graduação permitiu o desenvolvimento de um olhar mais crítico e embasado, fortalecendo sua atuação como comunicadora em um tema que, cada vez mais, exige precisão e profundidade.

A importância de se compreender o envelhecimento em sua totalidade

A proposta da especialização em Gerontologia parte de um princípio fundamental: envelhecer não é um evento isolado, mas um processo contínuo, que se desenvolve ao longo de toda a vida.

De acordo com a Coordenadora da Pós-graduação em Gerontologia e da Residência Multiprofissional em Gerontologia do Einstein, Psicóloga, Mestre em Envelhecimento Cognitivo e Especialista em Gerontologia, Ana Cristina Aguiar, a área tem um caráter essencialmente interdisciplinar e complementar à Prática Médica.

“A Geriatria e a Gerontologia são áreas complementares e igualmente importantes quando falamos sobre envelhecimento”, pontua.

A Geriatria é uma especialidade Médica dedicada à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento das condições de saúde que podem surgir ao longo do envelhecimento. Já a Gerontologia tem um olhar interdisciplinar sobre esse processo, integrando conhecimentos de diversas áreas.

Ela reforça que o diferencial está justamente na amplitude desse olhar. “Enquanto a Geriatria tem como foco principal a atenção à saúde da pessoa idosa, a Gerontologia busca compreender o envelhecimento em toda a sua complexidade, considerando aspectos físicos, emocionais, sociais, culturais e ambientais”, acrescenta.

Na prática, ambas as áreas dialogam constantemente e se complementam para promover uma longevidade com mais qualidade de vida. Nesse contexto, o objetivo da especialização é preparar profissionais para atuarem de forma qualificada em diferentes dimensões da longevidade.

“Formamos profissionais não apenas para o cuidado, mas também capacitados na promoção da saúde, na prevenção de agravos, no planejamento de ações e no desenvolvimento de estratégias que favoreçam um envelhecimento saudável e com qualidade de vida”, destaca a Coordenadora.

Formação com flexibilidade e profundidade

A formação, oferecida em formato EAD, alia flexibilidade e profundidade. As webconferências semanais com especialistas funcionam como espaços de troca, discussão de casos e aprofundamento dos conteúdos, enquanto os encontros presenciais conectam teoria e prática.

“Além das atividades online, o curso conta com dois encontros presenciais: um no início, favorecendo a integração dos alunos, e outro ao final, que inclui uma visita técnica à Instituição de Longa Permanência do Einstein, proporcionando essa conexão entre teoria e prática”, explica Ana Cristina.

Outro diferencial está na diversidade dos participantes. “Recebemos profissionais de diferentes áreas e regiões do país, todos motivados pelo interesse no envelhecimento e na longevidade. Essa diversidade favorece trocas extremamente ricas, amplia perspectivas de atuação e possibilita a construção de parcerias profissionais”, completa.

Maria Cândida destaca que o formato EAD foi um fator decisivo que a atraiu. “Eu escolhi o Einstein pela sua qualidade e reputação e também pelo formato. O EAD fez toda a diferença para mim, porque me permitiu conciliar os estudos com muitas viagens. A profundidade do conteúdo e a troca com os professores foram muito ricas”, reforça.

Quando o conhecimento encontra a experiência

Se, por um lado, a Pós-graduação trouxe base teórica e científica, por outro, a experiência pessoal foi determinante para direcionar ainda mais o aprofundamento. A chegada da menopausa marcou um ponto de virada na trajetória de Maria Cândida.

Os impactos foram sentidos de forma concreta, afetando sua energia, cognição e rotina de trabalho. “Foi muito intenso. Eu não estava preparada para o que aconteceu comigo. Isso impactou diretamente a minha vida pessoal e profissional”, relembra.

O que começou como uma experiência individual se transformou em criação de conteúdos, livros, uma série dedicada ao tema e a produção de um longa-metragem que irá propor um olhar global sobre a menopausa, explorando como mulheres de diferentes países vivenciam essa fase a partir de aspectos como cultura, hábitos de vida, alimentação e acesso à informação.

Essa visão amplia o debate e aproxima a experiência individual de uma compreensão mais científica, exatamente o tipo de abordagem que a Gerontologia propõe.

Conhecimento como ferramenta de transformação

A combinação entre formação acadêmica e experiência prática evidencia um movimento cada vez mais presente: o da aprendizagem contínua. “Estudar não tem idade. Muito pelo contrário. À medida que a gente vive mais, precisa aprender mais para dar conta das transformações”, afirma Maria Cândida.

“Eu não mudei de profissão, mas eu ampliei completamente a forma como trabalho. Hoje, eu tenho mais repertório, mais responsabilidade e mais clareza sobre o impacto do que eu faço”, conclui.

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