Estágios no Ensino Médio Integrado ao Técnico contribuem para o sucesso profissional
Entenda o papel dos estágios no Ensino Médio Integrado ao Técnico e sua importância para o desenvolvimento profissional dos estudantes

Os estágios no Ensino Médio Integrado ao Técnico são essenciais ao desenvolvimento dos estudantes e futuros profissionais. “Nossos estágios oferecem uma ponte prática entre o aprendizado teórico e os desafios do mercado de trabalho”, diz a Analista Educacional e Docente do Ensino Médio do Einstein, Mayara Lopes.
A vivência permite que os estudantes apliquem os conhecimentos em situações reais, com o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais, proporcionando uma visão mais clara sobre a profissão que vão seguir.
“Isso contribui para criar uma base sólida que amplia as oportunidades e facilita a transição para o mercado, fortalecendo a formação de profissionais capacitados e confiantes”, destaca Mayara.
Diferenciais no estágio do Ensino Médio Integrado ao Técnico do Einstein
Os estudantes participam de atividades em ambiente controlado, com a prática em laboratório e a supervisão de Docentes, incluindo desde simuladores e materiais médico-hospitalares, até atividades propostas em parceria com o Centro de Simulação Realística.
“Existe o cuidado em oferecer a oportunidade de o estudante treinar em aulas práticas, antes de ser inserido nos estágios em serviços de saúde. É uma forma de melhor prepará-lo, dentro desse contexto controlado”, lembra Mayara.
No primeiro ano, ela ressalta que o estudante tem contato com as disciplinas comuns que compõem o currículo dos cursos Técnico em Administração em Saúde e Técnico em Enfermagem, ambos integrados ao Ensino Médio.
São as disciplinas: Visão Sistêmica, Gestão de Carreiras e Metodologia da Pesquisa. O estudante, então, escolhe o curso, com uma carga horária teórica e o estágio a partir do primeiro semestre do segundo ano.
No Técnico em Enfermagem, durante os dois anos de curso, o currículo contempla, além das atividades práticas em laboratório, vivências em serviços de saúde, como no Residencial Israelita Albert Einstein, Unidade Morumbi e clínicas avançadas.
Todos os estágios ocorrem no ambiente Einstein. O foco é a assistência ao paciente de baixa complexidade em contexto ambulatorial, com sistema de rodízio entre os grupos, para que atuem em todos os ambientes.
Atividades supervisionadas por um preceptor
As atividades práticas, explica a Docente, são realizadas sempre sob a supervisão direta de um preceptor Enfermeiro, dedicado ao acompanhamento do aluno durante o período de estágio, oportunizando a ele realizar atividades inerentes à categoria profissional.
Mayara comenta que a avaliação é criteriosa e qualitativa, realizada pelos preceptores, sendo necessário, além do cumprimento da carga horária exigida para esse estágio supervisionado, atingir outros critérios de avaliação.
“Vale nota e pode reprovar, pois é o momento de desenvolvimento de competências necessárias para o profissional, combinando comunicação, profissionalismo, trabalho em equipe, expertise técnica e consciência situacional, por exemplo”, sinaliza.
Atividades práticas em laboratórios
“O programa abrange as validações em nossos laboratórios e atividades de simulação realística, conduzidas em parceria com a equipe do Centro de Simulação Realística do Einstein, com especialistas no uso da metodologia, além da prática junto aos pacientes”, lembra Mayara.
O estudante é preparado tecnicamente antes de ir para o estágio. A metodologia conta com cenários técnicos e atores contratados, que recebem o roteiro conforme os objetivos a serem alcançados e interagem com os alunos como pacientes reais, em ambiente controlado.
Os alunos realizam o debriefing para a reflexão sobre o cenário e a atuação comportamental, com profissionais habilitados e formados tecnicamente.
O Analista Educacional e Docente de História e Sociologia, Renato Brigati, detalha que dentre outros passos que compõem a metodologia, um ator recebe o roteiro e entra na sala com o estudante.
“Esse ator vivencia uma situação de dor e queixas. Nesse momento, avaliam-se a competência técnica e o comportamento do estudante. É contabilizado como estágio porque é uma atividade prática”, cita Renato, ressaltando que cada cenário tem objetivos diferentes para o aprendizado.
Atendimento ao público como suporte administrativo
Renato acompanha os estudantes do curso Técnico em Administração em Saúde Integrado ao Ensino Médio. No segundo ano, eles passam pelo estágio interno, com atendimento ao público da Pós-graduação, no suporte administrativo.
Além disso, desenvolvem e apresentam projetos específicos ao final do estágio, tendo como tutores os colaboradores do Marketing do Ensino Einstein. “Estagiam também externamente, nas Clínicas Einstein. Nosso aluno de Administração aprende a fazer a gestão de filas, atendimento e recepção do paciente”, detalha Renato.
No terceiro ano, o estágio ocorre nas unidades com pacientes de maior complexidade, com um trabalho de Back Office. Os estudantes cuidam, por exemplo, de planilhas com o controle de dados, nos bastidores da atividade administrativa.
Oportunidades que levam à maturidade e definição das escolhas
“Nossos estágios permitem que os estudantes estejam inseridos no ecossistema de saúde do Einstein. Isso traz um ganho ímpar de maturidade, com novas experiências que lhes permitem analisar a área de interesse”, reforça Mayara.
As oportunidades, segundo ela, favorecem a escolha profissional, ampliando o repertório para o estudante trilhar sua jornada de carreira. O conhecimento, ao concluir o curso, o coloca em igualdade com profissionais que já estão há mais tempo no mercado.
“Esse é o grande papel do nosso estágio com o estudante: gerar confiança e segurança, superar estigmas e levar ao autoconhecimento, para que identifique suas aptidões, contribuindo da melhor forma para a sua formação profissional”, finaliza.